Micropipetas: Passo a passo para escolha ideal do seu equipamento

Você trabalha em um laboratório de análises e sempre fica com dúvida na hora de escolher quais tipos de micropipetas são os ideais para a sua aplicação?

Acompanhe esse artigo até o final e confira todas as dicas que separamos para você encontrar o modelo certo que vai trazer muito mais segurança e eficiência para a sua operação!


O que são as Micropipetas?

Antes de começarmos, precisamos falar primeiramente do básico: Mas o que são as Micropipetas?

As Micropipetas são equipamentos utilizados para transferir materiais líquidos de baixas quantidades (a partir de 0,1 μl) de um recipiente para o outro.

O que difere principalmente a micropipeta de qualquer outro modelo utilizado na pipetagem como as pipetas comuns, as pipetas automáticas e as pipetas de três vias é a sua quantidade volumétrica de transferência, partindo de 0,1 μl (microlitro) até 10ml, ideal para aplicação de análises e manipulação de materiais de quantidades mínimas.

Dentro do grupo de Micropipetas, existe também um subgrupo de Micropipetas: As Micropipetas de volumes variáveis e Micropipetas de volumes fixos. A principal diferença destes dois subgrupos é em suma a quantidade volumétrica que o equipamento suporta, sendo a micropipeta de volume variável o modelo ideal para laboratórios que trabalham com diferentes volumes de amostras, já no caso da micropipeta de volume fixo é indicado para procedimentos operacionais que já possuem um padrão que não pode ser alterado.

Na imagem abaixo você pode conferir os diversos modelos de micropipetas de volume variável e fixo e quais as principais diferenças de capacidade volumétrica que ambos modelos atendem.

Para saber qual modelo é o ideal para a sua aplicação, é necessário sempre avaliar com quais volumes de materiais o seu laboratório trabalha, para que assim você não corra o risco de comprar um modelo que não consiga atender as capacidades da sua operação, ou investir um dinheiro a mais em um equipamento que ultrapasse a demanda necessária.


Qual a melhor marca de Pipetas do mercado?

É claro que no mercado laboratorial existem diversas marcas de produtos para laboratórios que produzem micropipetas, no entanto, nós da Lutech recomendamos especialmente a marca alemã IKA por três fatores principais:

  • Preço Justo
  • Qualidade excepcional
  • Tecnologia de ponta em todos os modelos

A linha de pipetas e micropipetas IKA PETTE são os modelos que conseguem alinhar qualidade, resistência, tecnologia de ponta e conforto a um preço justo que cabe em qualquer orçamento.


Conheça a Linha de Pipetas e Micropipetas IKA PETTE fix e vario

As micropipetas IKA PETTE fix e IKA PETTE vario são totalmente autoclaváveis e podem ser facilmente esterilizadas. Isso garante uma operação livre de falhas, precisão e segurança. A codificação por cores das pipetas fix e vario monocanal da IKA facilita a seleção da pipeta adequada. Além disso, as pipetas da IKA são resistentes a impactos, raios UV e produtos químicos, o que garante uma dosagem confiável e resultados mais precisos, além de acompanhar o certificado de calibração RBC no seu escopo do fornecimento.

Os modelos de micropipetas IKA PETTE fix e vario estão disponíveis a pronta entrega com condições especiais, para maiores informações, clique aqui e fale com nossos especialistas.


DICA EXTRA: Como utilizar a pipeta de forma correta?

Após avaliar qual o tipo, modelo e marca de pipeta é o ideal para o seu laboratório, existem algumas recomendações e boas práticas a serem feitas para que você obtenha resultados de pipetagem corretos e precisos e também ter uma vida útil da sua pipeta muito mais prolongada:

  • Use pontas de pipeta adequadas para obter melhores resultados.
  • Para evitar contaminação cruzada, use as pontas de pipeta apenas uma vez ou troque-as se forem pipetados líquidos diferentes. Não toque na abertura da ponta da pipeta.
  • Antes do processo de pipetagem, certifique-se de que a pipeta, a ponta da pipeta e o líquido a ser pipetado estão à temperatura ambiente. Também é útil umedecer a ponta da pipeta várias vezes com o líquido a ser pipetado. Ou seja, aspirar e dispensar o volume máximo
  • Para evitar desvios de volume, certifique-se de que a pipeta é mantida na posição mais vertical possível ao coletar o meio. Além disso, a ponta da pipeta deve estar mergulhada no máximo 2-5 mm no líquido durante a aspiração.
  • Depois de usar as pipetas, é aconselhável regulá-las para o volume máximo e colocá-las em um suporte de pipetas.
  • Para garantir a precisão da pipetagem a longo prazo, a pipeta deve ser limpa, calibrada e, se necessário, lubrificada em intervalos regulares.

Além dessas principais recomendações, você também pode encontrar outras no manual de instruções da fabricante.


E aí, conseguiu entender melhor como funcionam as micropipetas e como escolher o modelo ideal para o seu laboratório?

Se você quer saber mais ou busca adquirir algum modelo de micropipeta apresentado no artigo, não deixe para depois, acesse nosso site e solicite um orçamento ou fale com nossos especialistas!

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